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1. HISTÓRIA
No Brasil
Santo Antônio do Monte
Em 1800, consta que já havia fabricantes de Fogos
de Artifício em Santo Antônio do Monte.
Por volta de 1859, os irmãos Joaquim Antônio
da Silva e Luiz Mezêncio da Silva (Luiz Macota)
fabricavam rojões e castelos. Ganharam muito
dinheiro com a fabricação e venda de foguetes.
Muito hábil e inteligente, dedicou toda a sua
vida à arte pirotécnica. De forma artesanal,
produzia fogos e pólvora dentro de sua própria
casa, mantendo admirável segurança, pois
jamais sofreu um acidente.
A arte pirotécnica foram passadas as gerações
futuras. Em 1931 a 1940 – Família Normandia
organizou sociedades buscando a industrialização
com Fogos 2 Irmãos, Fogos Primor, Fogos Radiante
e Fogos Estrela. De 1945 a 1963 foram constituídas
diversas fábricas, gerando empregos e impulsionando
o comércio de fogos.
A “grande era” dos fogos em Santo Antônio
do Monte, aconteceu a partir de 1963, quando pode-se
dizer que aconteceu a “explosão”
industrial. Naquela época o industrial Biagino
Chieffi, proprietário da famosa Caramuru, interessou-se
pela expansão das fábricas no setor, trazendo
modernas tecnologias. Com ele veio Manfredo Giudice
que influenciou diretamente na melhoria das técnicas
utilizadas.
De 1970 até os dias de hoje a cidade conta com
75 empresas ligadas a pirotecnia e um forte sindicato.
Os produtos fabricados atendem as exigentes normas de
segurança, passando pelo Centro Tecnológico
em Pirotecnia, único na América Latina.
Um verdadeiro laboratório, onde são realizadas
as avaliações técnicas em artefatos
pirotécnicos nacionais e importados.
Atualmente o Brasil é o segundo produtor mundial
de Fogos de Artifício, ficando atrás apenas
da China.
Fonte Brasil:
Aparecida Gontijo
Associação Brasileira de Pirotecnia -
ASSOBRAPI
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